

JALAPA (MIRABILIS JALAPA)É uma flor da mesma família da DAMA DA NOITE,todas exalam um inigualável perfume noturno.
Uma Tradição Popular de Cunho ERÓTICO, Envolve JALAPA.O mistério se deve ao fato de seu perfume ser exalado apenas à noite ,isso dá à ela um ar de sensualidade.
Cestrum nocturnum, mais conhecido por dama-da-noite é um arbusto que pode atingir os 4 metros, com ramos sinuosos e pendentes e umas modestas florzinhas ligeiramente campanuladas de cor branco-esverdeado formando pequenos cachos. A modéstia das flores é apenas aparente porque ao fechar a tarde e durante toda a noite, as florzinhas abrem e deixam sair um perfume doce e muito intenso.
Conhecemos esta planta há muitos anos, numas férias passadas em Altura-Algarve no jardim da moradia que alugámos. De dia não se dava por ela, mas quando começava a noite, o aroma entrava sorrateiramente pela janela aberta do quarto onde dormíamos e quando nos apercebíamos já estávamos envoltos num perfume denso que nos despertava do sono e da moleza do corpo.
A proprietária da casa ofereceu-nos várias estacas e uma delas desenvolveu-se no nosso pequeno jardim de S. Pedro do Estoril. Cresceu imenso e era sempre com um enorme prazer que sentíamos o seu perfume avançar lentamente, invadindo todo o espaço envolvente nas quentes noites de verão
Mais tarde espetei várias estacas aqui na quinta mas sem nenhum sucesso.
No Verão passado ao vê-la num horto algarvio, trouxe-a envasada. com este ar saudável e com as flores abertas revelando imediatamente que o dia tinha chegado ao fim.
Apesar desta ter um ar robusto, estas flores exóticas e delicadas, sensíveis às variações climáticas e pouco resistentes ao frio, são também conhecidas como as flores das ilusões, por causa da sua beleza, sensibilidade e pouca durabilidade.Sabem por que razão esta flor dse chama dália?
Foi-lhe dado este nome em memória do botânico sueco Andreas Dahl (séc.XIII)
Só que a história é mais antiga. Ora leiam, em português:
Esta flor é originária do México, onde é muito popular. Os índios daquela região foram os primeiros a cultivar dálias, ainda no período do império Azteca. Por volta do final do século XVIII, o director do Jardim Botânico de Madrid encantou-se com a flor, durante uma visita ao México, e trouxe-a para a Europa, onde se adaptou muito bem ao clima temperado.
Foi o botânico sueco A. Dahl, responsável pela expansão das dálias pela região nórdica da Europa, que inspirou o nome da flor. Os holandeses e os franceses foram os maiores incentivadores do cultivo e da produção de inúmeras espécies híbridas de dálias.
Hoje, graças ao surgimento de vários híbridos, podemos encontrar diversos tipos de dálias, o que resulta numa grande variedade de formas (pompom, bola, decorativa, etc.) e cores (branca, alaranjada, vermelha, amarela, pink). São mais de três mil variedades resultantes de cruzamentos com outras espécies, como os crisântemos, por exemplo.
Agora a história em alemão:
ISTELLA RIBEIRO






